Padre Florêncio, jesuíta desde 1948, nasceu em Bérgamo, na Itália. Por lá, fez um curso que lhe permitia lecionar química para jovens. Chegou ao Piauí em 1963 para uma missão da Companhia de Jesus. Pouco falava o português. mas ganhou fluência junto aos alunos. Era muito querido por eles. Tanto que, todo começo de ano letivo, havia fila de espera para entrar em alguma de suas três turmas anuais. Nem todos conseguiam. Com as aulas já correndo, porém, alguns estudantes desistiam do padre/professor. Ele era duro nas broncas. "Quem sentasse no peitoril da janela levava um castigo", diz Cícero. E a pena era mais cansativa que decorar a tabela periódica: escrever cem vezes a frase "peitoril não é banco". Padre Florêncio morreu na sexta-feira (29), aos 86 anos, de complicações causadas pela dengue. Deixa, na Itália, uma irmã e dois irmãos. 

Trecho do obituário do Pe. Florêncio. 

A Saga de um Jesuíta

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Padre Florêncio, jesuíta desde 1948, nasceu em Bérgamo, na Itália. Por lá, fez um curso que lhe permitia lecionar química para jovens. Chegou ao Piauí em 1963 para uma missão da Companhia de Jesus. Pouco falava o português. mas ganhou fluência junto aos alunos. Era muito querido por eles. Tanto que, todo começo de ano letivo, havia fila de espera para entrar em alguma de suas três turmas anuais. Nem todos conseguiam. Com as aulas já correndo, porém, alguns estudantes desistiam do padre/professor. Ele era duro nas broncas. "Quem sentasse no peitoril da janela levava um castigo", diz Cícero. E a pena era mais cansativa que decorar a tabela periódica: escrever cem vezes a frase "peitoril não é banco". Padre Florêncio morreu na sexta-feira (29), aos 86 anos, de complicações causadas pela dengue. Deixa, na Itália, uma irmã e dois irmãos. 

Trecho do obituário do Pe. Florêncio.